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Impressora química para pré-tratamento de membranas proteômicas

ChIP-1000

 

.: ChIP-1000:

 

 
 

 Introdução

A impressora química para pré-tratamento de membranas proteômicas ChIP-1000 é um acessório para os espectrômetros MALDI-TOF/MS, série AXIMA .

Esta impressora é uma unidade revolucionária para o pré-tratamento proteômico que imprime volumes de pico-litros de reagentes em pequenas regiões depositadas na membrana, exatamente como as impressoras tradicionais tipo jato de tinta. Impressões exatas sobre partes dos spots de proteínas possibilita a digestão de enzimas de pequenas áreas da membrana. Alternativamente, um único spot pode ser pré-tratado através de diferentes reagentes. Impressões exatas de uma matriz em áreas tratadas possibili-tam análises diretas e rápidas MALDI-TOF/MS após a deposição. A impressora química ChIP-1000 utiliza a tecnologia piezo das impressoras tradicionais de jato de tinta,obtendo controle de volumes em níveis de pico-litros. Ela permite tratamentos químicos, de enzimas ou de anticorpos bioquímicos nas membranas para a identificação ou análise característica de proteínas. A ChIP-1000 é um novo produto, desenvolvido em conjunto com a empresa australiana Proteome Systems Ltd. (PSL). A ChIP-1000 oferece as seguintes vantagens:

. Libera reagentes em volumes de pico-litros em regiões muito pequenas (diâmetros de alguns 100 um ) da membrana.
. Permite pré-tratamentos de um único spot de proteína, com diferentes reagentes.
. Garante análises PMF mais eficientes do que as tradicionais digestões, extrações e dessalinizações in-gel.
. Membranas tratadas podem ser analisadas diretamente com os espectrômetros AXIMA.
. Amostras são mantidas nas membranas, possibilitando armazenagem e posterior re-análise via diferentes métodos.

 Principais Vantagens Tecnológicas

(1) Libera reagentes em volumes de pico-litros em regiões muito pequenas (diâmetros de alguns 100 um ) da membrana
O menor volume de reagente que pode ser liberado através de uma micro-seringa é limitado em 0.5 uL. Este volume preenche um diâmetro de 1mm quando liberado na membrana. Impressões sobrepostas de gotas de 87 pL (diâmetro de 55 um) possibilita um tratamento em um spot de proteína com um diâmetro de somente 0.5 mm.
O volume de reagentes liberados pode ser ajustado em níveis de pico-litros, possibilitando livre escolha de pequenos volumes em diferentes quantidades de reagentes.

(2) Permite pré-tratamentos de um único spot de proteína, com diferentes reagentes.
Como o tratamento de spots com 0,5mm de diâmetro é possível, duas proteínas existentes em uma região com 1,0mm podem ser identificadas. Adicionalmente, uma proteína em uma região muito pequena pode ser analisada através de diferentes protocolos.

(3) Garante análises PMF mais eficientes do que as tradicionais digestões, extrações e dessalinizações in-gel.
Como os reagentes são liberados diretamente sobre a membrana, nenhum consumível como, por exemplo, célula de reação ou pipette ChIP, são necessários.
Somente 100 uL de um reagente caro é suficiente para tratar pelo menos 1.000 posições.
Operações de alta velocidade podem tratar 1.000 posições em apenas 30 minutos.
Possibilita assim, análises mais eficientes em termos de tempo e custo do que os métodos convencionais PMF.

(4) Membranas tratadas podem ser analisadas diretamente com os espectrômetros AXIMA.
Ass placas com amostras são compatíveis com a série de espectrômetros Maldi-TOF/MS série AXIMA, com 2mm de espessura.
Os espectrômetros AXIMA podem importar e utilizar os arquivos contendo proteínas impres-sas com informações de posição (coordenadas X e Y) para as placas.

(5) Amostras são mantidas nas membranas, possibilitando armazenagem e posterior re-análise via diferentes.
Com o método de análise de proteínas utilizando um gel, a análise precisa ser realizada imediatamente após a elaboração do gel, em função deste ser sujeito à redução de suas dimensões. Conseqüentemente, um novo gel precisa ser criado para repetir a análise após um período de tempo.
Entretanto, proteínas depositadas em uma membrana podem ser armazenadas por um longo período, possibilitando desta forma, que a preparação da amostra e a análise desta possam ser realizadas separadamente. Membranas não-analisadas podem, adicionalmente, ser analisadas posteriormente.

[ATENÇÃO]
Imagens obtidas por outro sistema não podem ser utilizadas.

 Descrição

Para possibilitar um pré-tratamento direto (sobre a membrana) para a análise de várias propriedades de proteínas, a ChIP-1000 imprime volumes muito pequenos de reagentes sobre as proteínas que foram separadas através de processos de eletroforese 2D e blotted sobre a membrana. Enquanto estas funções prometem diferentes aplicações no futuro, as seguintes explanações indicam as aplicações da ChIP-1000 para análise PMF, a qual se trata de um método típico de análise proteômica.

1) Pré-tratamento
Após a extração e pré-tratamento de amostras tais como célula orgânica de um tecido, a proteína é separada em um gel através de eletroforese 2D. A proteína no gel é então transferida para a membrana, a qual é fixada sobre a placa. (Fig. 2-1)
A placa pode então ser carregada diretamente no espectrômetro de massa AXIMA.

2) Tratamento com a Impressora Química
A seqüência de operação para a ChIP-1000 estão descritas abaixo:
(1) Montar a placa com a membrana na impressora. (Até duas placas podem ser montadas simultaneamente).
(2) Ativar a mesa e o escaner para a coleta da imagem da placa.
(3) Conduzir a correção de posicionamento, definir os spots de proteínas e ajustar as condições para a impressão de reagentes enquanto a imagem da placa é visualizada no monitor do computador. Até 1.000 spots de proteínas podem ser ajustados em cada placa, com um máximo de 100 posições de impressões por spot.
(4) Montar o reagente pré-definido na célula "one shot" (OSV) do dispensador piezo e conduzir um teste de impressão para preparar a liberação do reagente via piezo.
(5) Imprimir o reagente. Os pontos brancos na Fig. 2-2 são os reagentes impressos.
(6) Para conduzir o pré-tratamento com múltiplos reagentes, deve ser utilizado o dispen-sador piezo com 4 canais, repetindo-se os passos (4) e (5).
(7) Após a liberação dos reagentes para a digestão de proteínas sobre a placa, remova temporariamente a placa e posicione-a no incubador para a incubação. Quando as reações enzimáticas são concluídas, remonte a placa na mesa da impressora, realizando a correção de posição, imprimindo o próximo reagente.
Nota) O protocolo geral de reagente para a análise PMF é o seguinte:
* Reagente 1: agente de ativação de superfície (para infiltração e descolorização dos spots de proteínas) - 7 nL/posição
* Reagente 2: reagente de enzima tripsina - 50 nL/ posição
(Incubação em incubador externo - aprox. 3 horas a 37?)
* Reagente 3: solução matriz - 100 nL/ posição

fig.2-1: placa com membrana fixada sobre a placa

fig.2-2: spots de proteínas
pontos brancos

3) Espectrometria de Massa dos Spots de Proteinas
A placa é posicionada no espectrômetro de massa para a análise dos spots de proteínas e análise proteômica PMF. A impressora química pode salvar informações das posições impressas (coordenadas X e Y) de proteínas na placa como um arquivo. O espectrômetro AXIMA, utilizando a versão 2.4, pode importar e trabalhar estes dados.

O que é o sistema Piezo?
O sistema de liberação tipo piezo utiliza a tecnologia similar áquela utilizada nas impressoras de jato de tinta tradicionais com a grande diferença de poder liberar quantidades muito pequenas de volumes de reagentes em escala de pico-litros. Através da aplicação de uma voltagem ao transdutor piezo-elétrico - acoplado a uma válvula capilar de vidro - uma gota formar-se-á em função da modificação de volume no fluído. A válvula, com diâmetro de 55 um, libera um volume de aproximadamente 87 pL por gota.

fig.2.3: gota na ponta do cabeçote do piezo

 Especificações

Ítem
Especificações
Imagem da amostra Método Varredura de linhas
Resolução 600dpi, 24-bit color (RGB)
Amanho efetivo de imagem 105 x 135mm
Dispensador No. de válvulas 4 canais
Método Controle do piezo
Volume liberado 87 pL min.
Limites para operação Viscosidade: máx.= 20 cps
Tensão superficial: mín = 0.02 N/m
Mecanismo de manutenção do piezo Através da absorção de umidade do excesso de líquido na ponta do piezo
OSV
(Célula One Shot)
No. de ajustes de solução 4
Volume de solução 500 uL
Volume morto da célula 25 uL
No. de vezes pode ser utilizada 1 (descartável)
Amostra Placas para amostras Placas padrão com 2mm de espessura
(Até duas placas podem ser utilizadas)
Dimensões da membrana 70 x 100 mm, espessura máx. 0.3 mm .
Método de fixação Fita-dupla condutiva
Função de incubação Não
Controle No. máx. spots 1.000 por amostra
No. máx. de posições impressas 100 posições por spot
No. processos registráveis Máx. 100
Armazenagem externa de dados Com funções de cópia e restauração
Link com AXIMA Arquivos de transferências de dados

 Processamento

Especificações mínimas para computador:
. Dell precision 360 ou modelo equivalente
. OS: Windows XP
. CPU: Pentium min. 4, 2.0 GHz, ou equivalente
. Disco rígido: min. 80 GB.
. Memória: min 512 MB.
. Interfaces: uma RS-232C e uma IEEE1394
. Slots de expansão: pelo menos um slot livre

 

 Pré-requisitos para instalação

Tamanho 76(L) x 71(P) x 43(A)cm
Peso Aprox. 75kg
Alimentação elétrica AC 100V±10%, 50/60Hz
Consumo de energia 100 VA
Temperatura de trabalho 15-30ºC
Umidade de trabalho 40-80% RH, sem condensação
Alimentação de ar-comprimido Bomba com aprox. 5 kg
Tamanho 21.5(L) x 28(P) x 13(A) cm
Alimentação elétrica: 100 VAC±10%, 50/60 Hz

 
 
         
   

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